Apagou mas não apagou....entendeu ?

A função de apagar mensagens enviadas pelo WhatsApp, inclusive para quem recebeu foi comemorada por muita gente. Afinal de contas, é o fim dos textos enviados por engano ou das comunicações constrangedoras mandadas para a pessoa errada. Mas e se tudo isso, ainda assim, ficasse armazenado na memória dos smartphones ? 

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E foi bem isso que um grupo de especialistas descobriu. Eles alegam que, mesmo apagadas, as mensagens ficam armazenadas no registro de notificações do Android. Dá para acessar o histórico por meio do menu de configurações do sistema operacional e, se quiser uma forma mais fácil ainda, é só usar o Nova Launcher, que traz essa opção nativamente. Caso o utilizador tenha o aparelho configurado para notificá-lo do recebimento de mensagens pelo WhatsApp, ele poderá ler os textos deletados pelo histórico. Quando desenvolveram a função, a equipe do WhatsApp tomou o cuidado de também reter os alertas quando uma comunicação é deletada. Mas acontece que isso não se aplica ao registro. Mas só que existem algumas limitações nesse método - Que aliás só está disponível da versão 7.0 do Android em diante - O sistema operacional armazena o histórico sim, mas também apaga caso o celular seja reinicializado pelo usuário ou depois de uma atualização. Além disso, seja o caso que for, só os primeiros 100 caracteres da mensagem apagada poderão ser vistos porquê a plataforma lida de uma forma bem resumida com as notificações de texto. 



Via Fax

Muitos que acompanham o Blog podem nem ter visto um Fax em ação, mas esse aparelho chamado Fac-Simile ( Isso mesmo, o nome é esse ), e o cara que inventou a tecnologia dele na época foi esse aí :



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O alemão Rudolf Hell criou a tecnologia do que alguns anos depois seria o fax.  No final de 1929 -  isso mesmo, 1929 - ele inventou uma máquina chamada  Hell Recorder  ( Alguma coisa como gravador de almas ) que transmitia textos. Funcionava assim : O texto era "quebrado" na transmissão e “remontado” na recepção. Quase sempre chegava truncado no destino, mas prá época era uma coisa de outro mundo, daí o sugestivo nome de  Gravador de Almas ou Gravador do Além. A invenção foi uma verdadeira febre nas agências de notícia, departamentos de polícia e agências do correio. Mas não é só isso não, ele inventou na época também um tipo de tubo pra  escanear imagens para televisores e um tipo de  tecnologia de sinais de rádio que mais tarde iria se tornar o piloto automático dos aviões. Durante a Segunda Guerra ele foi recrutado pra criar máquinas codificadoras . Quando a guerra acabou ele partiu prá novas invenções, e criou um aparelho tipo um gravador que era controlado eletronicamente , e isso facilitou a invenção do scanner colorido, que é usado até hoje. Ou seja, o cara era uma sumidade na arte de inventar coisas. A empresa dele foi comprada pela Siemens em 1981 e, depois fundiu-se com uma " tal " de LG, campeã mundial em vendas de Tvs LCD e Smart. 



De onde veio o nome Mac ?

Macintosh  - Esse é o nome que acompanha a Apple de muitos anos para cá e que deu o nome ao computador lançado pela empresa em 1984.




Ao contrário de muitas coisas feitas por Steve Jobs, o nome Macintosh não surgiu por acaso. O funcionário numero 31 da Apple, Jef Raskin era especialista em Interação Humano-Computador e começou o projeto Macintosh com a marca da maçã no final da década de 70. Decidiu chamar de Macintosh porque essa era a qualidade de maçã que ele mais gostava. Na verdade a qualidade é a Red Macintosh.




Só que a história da maçã levou a um conflito com uma empresa que já usava o nome, era a McIntosh Laboratory, fabricante americano de equipamentos de áudio. Mesmo sendo alterado para Macintosh ( com a letra A ) quando a Apple tentou registar legalmente o nome em 1982 o pedido foi recusado pois parecia foneticamente com a marca registrada propriedade da McIntosh Laboratory. Por isso no dia 16 de novembro do mesmo ano Steve Jobs enviou uma carta ao presidente da McIntosh Laboratory, pedindo que o nome Macintosh fosse libertado para ser usado na indústria de computadores, aliás, mais precisamente para dar  nome ao computador. O presidente da McIntosh Laboratories foi aconselhado pelos seus advogados e decidiu recusar o pedido. Com isso a equipe de Steve Jobs considerou mudar o nome de Macintosh para MAC, só que no final do mês de março de 1983, a Apple conseguiu os direitos do nome e em 1986 comprou a marca registada.


Sábado com Música




Iggy Pop - Candy






Ele apareceu


Tô falando desse relógio aí.....


Após 30 anos aparece um dos míticos relógios Ômega das missões Apolo que desapareceu no Equador


Nenhum relógio do mundo viajou tanto quanto esse Ômega Speedmaster. Nos anos 60, a NASA decidiu que os astronautas iriam usar cronômetros independentes para controlar os dados de suas missões. A Ômega certificou o Speedmaster para uso em voos de Boeings, no ano de 1968 e a NASA achopu ele o mais próximo do que ela precisava, então encomendou 6 unidades exclusivas para as missões.  Ele foi o primeiro cronógrafo de pulso a sair do planeta. Foi a bordo de uma das cápsulas da missão Apolo.


Após 30 anos aparece um dos míticos relógios Ômega das missões Apolo que desapareceu no Equador


Aí lá pelo final dos anos 80 o relógio foi enviado ao Instituto Geográfico Militar do Equador junto com outras coisas que foram usadas na Apolo. Daí em diante nunca mais ninguém ouviu falar dele. Há algum tempo atrás entrou em cena o baixista de uma banda de rock chamada Eisley. O nome dele é Garron DuPress. Ele é amante da exploração espacial e tem um hobby caro, que é colecionar  relógios raros. Esses dias atrás Garron conheceu no eBay um vendedor de relógios raros. depois que ficaram amigos o vendedor lhe contou a história de um cara que tinha comprado recentemente um  Ômega Speedmaster por 5.000 dólares e mostrou algumas fotos. Ele identificou o relógio pelo numero de série no site da Collect Space. Tendo medo que ele desaparecesse de novo,  o baixista entrou em contato com a NASA para solicitar informação sobre o cronógrafo e confirmar sua autenticidade. O Smithsonian ( museu que enviou as peças pro Equador ) e o FBI então entraram em contato com o vendedor, mas ele estava dizendo a verdade. Não estava em posse do relógio. Outra pessoa que não quis se identificar foi quem devolveu alguns dias mais tarde. A parte mais interessante da história é que ainda faltam cinco relógios prá aparecer. E entre eles, o que o astronauta Buzz Aldrin usou durante os passeios pela Lua na missão Apolo 11. É o primeiro relógio da história que passeou pela Lua. Todos os relógios tinham gravado um número de série único que os identificava e são absurdamente valiosos. Em 2007, a Sothebys leiloou um relógio pessoal que o astronauta da Apolo 7 Donn Eisele usou. Foi vendido por US$ 204.000  - Mais ou menos 670 mil reais.




O Glúten não é o vilão

Você sabia que só 1% da população é CelíacaUé Rebolinho, eu nem sei o quê é Celíaca. Eu explico, Celíaca é a pessoa que sofre de intolerância aguda ao glúten- Mas não é bem assim porque pelo menos 13% das pessoas fazem questão de jurar de pés juntos que o Glúten , também conhecido como a proteína mais concentrada dos cereais , os faz sentir mal. Só que um novo estudo achou uma " possível " origem a esta intolerância , e o mais interessante é que "supostamente" ela não vem do glúten. O estudo foi publicado numa revista chamada Gastroenterology, e descobriu que o culpado da "suposta" intolerância ao glúten é o Frutano, um polímero complexo, polissacarídeo, que é formado por uma molécula de glicose de centenas de moléculas da frutose.



A intolerância ao glúten poderia ser real após tudo (só que a causa não é o glúten)


Esse polímero não está presente só em pães, iogurtes e derivados. Descobriram que ele aparece naturalmente em vegetais como alcachofra, espargo, ervilha, cebola ou alho-poró. O teste foi feito assim : Para vários voluntários forneceram durante vários meses barrinhas de cereal com glúten, sem glúten e com frutano. Ah, só um detalhe, o grupo foi formado por 59 pessoas que não são celíacas, mas asseguram que sofrem da intolerância ao glúten. Os resultados foram bem interessantes : Eles não foram capazes de diferenciar as barrinhas com e sem glúten e não mostraram problemas estomacais com elas. Mas aí quando as barrinhas tinham Frutano , eles tiveram todo tipo de reação e problemas digestivos. O problema não estava nas barrinhas com Glúten. Os pesquisadores também já estão com outro estudo em andamento que encontrou conexões entre o Frutano e a síndrome do intestino irritável. A dor e o inchaço abdominal que muitas pessoas sentem ao comer pão ou alimentos com glúten não está associada a ele, e sim ao Frutano. E agora hein ??? 😁