Em um mundo cada vez mais conectado, os dados se tornaram o ativo mais valioso do planeta. Redes sociais, compras online, aplicativos de saúde — tudo gera informações. Quem souber coletar, organizar e interpretar esses dados tem vantagem competitiva no mercado.
Chamados de “o novo petróleo”, os dados são brutos e precisam ser refinados. Ferramentas de Big Data e análise preditiva são responsáveis por transformar milhões de informações em decisões estratégicas.
No entanto, isso levanta questões sobre privacidade. O uso ético dos dados deve ser prioridade. Afinal, nossos hábitos, preferências e localização são parte do que nos torna únicos — e precisam ser protegidos.